Blog do Fernando Rodrigues

Arquivo : maio 2013

Gabriel Chalita se explica sobre acusações
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Fernando Rodrigues

O deputado federal Gabriel Chalita (PMDB-SP) afirmou ao “Poder e Política”, programa do UOL e da Folha, ter renda suficiente para pagar suas despesas pessoais e justificar a evolução de seu patrimônio.

Ele também nega ter recebido vantagens de empresas que fizeram negócios com a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo na época em que chefiou a pasta.

A gravação foi realizada em 8 de maio no estúdio do Grupo Folha em Brasília.

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Separados no nascimento: Chalita e diretor do Bolshoi
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Fernando Rodrigues

O deputado federal Gabriel Chalita (PMDB-SP) e o diretor artístico do Ballet Bolshoi, Sergei Filin, são muito parecidos. E ambos também têm frequentado o noticiário por razões diversas neste início de 2013.

Chalita é apontado como suspeito de ter recebido propinas do grupo de escolas COC na época em que foi secretário de Educação do Estado de São Paulo. Ele nega. Eis aqui um resumo do caso.

Sergei Filin, na Rússia, faz parte de uma investigação porque sofreu um atentado com ácido que o deixou com o rosto cheio de queimaduras.

Nas fotos abaixo, Chalita e seu separado no nascimento Serguei (antes de ficar com queimaduras na face):

A categoria “Separados no Nascimento” deste Blog tem uma extensa galeria. Chalita já apareceu na seção em 2006 separado de Roger Federer. E aqui os separados mais recentes.

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“Faltam ânimo e fotos na campanha de rua”
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Fernando Rodrigues

Fotógrafo aponta desanimação na rua dos candidatos a prefeito de São Paulo

O experiente repórter fotográfico Moacyr Lopes Junior, da Folha, tem acompanhado os candidatos a prefeito de São Paulo em campanha.

Para Moacyr, “a campanha de rua está assim, engessada, desanimada, falta empolgação, ânimo e fotos!”. Eis o relato enviado ao Blog em comentário à coluna da Folha do último sábado (01.set.2012):

 

MOACY LOPES JUNIOR
REPÓRTER FOTOGRÁFICO

Estava lendo sua coluna de hoje [01.set.2012 - Cenários paulistanos] e me veio a ideia de te escrever. Quero dividir com você minha humilde observação quanto ao atual contexto dos candidatos de São Paulo em relação às agendas públicas que eles propõem a divulgar para a imprensa.

É bem verdade que eu estava cobrindo a Olimpíada e após uma semana de folga voltei à Redação nesta semana que se passou. Mal tive tempo para sentir com mais intimidade as estratégias de rua do Haddad, Serra, Russomano, Chalita.

O pouco que acompanhei foi triste. Credo, nada de foto!

Claro que está é uma avaliação prematura –uma semana não apresenta nenhuma metodologia para tirarmos conclusões firmes sobre as estratégicas adotadas– mas o que vi, decepcionado, são agendas tímidas, encontros internos, tudo controlado por assessores.

Na rua, nesta semana que se passou, só visitas relâmpago.

Em agosto fizeram algumas passagens em lugares mais movimentados (fui ver no arquivo do mês passado). Agora, pelo que observei, há uma mudança de rumo quanto à exposição pública.

Essa estratégia, de preservar os candidatos de possíveis constrangimentos, pra mim soa como falta de audácia em se expor. A estratégia de preservar o candidato é um acanhamento que nunca tinha visto numa eleição importante.

Parece que o marketing político, (pelo menos com os mais bem colocados nas pesquisas) direciona a força de indução para à TV (propagandas e debates).  É uma pena, por que ao menos, as campanhas de rua serviam para os candidatos conhecerem os lugares mais recônditos da cidade. Será que depois de eleitos voltam para os extremos pobres de São Paulo?

A falta de ousadia nas ruas, por enquanto, é decepcionante. Os candidatos não se arriscam a gestos mais espontâneos ou midiáticos, têm se permitido apenas a serem fotografados ou gravados posando com simpatizantes como time de futebol. Esse engessamento de candidatos, transformando-os em personagens perfeitos é coisa antiga, mas tá demais.

Me parece que os marqueteiros querem controlar tudo até o improviso da rua no encontro com os eleitores. Essas visitas aos bairros distantes eram momentos, algumas vezes sinceros, do contato do candidato com a dura realidade do paulistano.

Você sabe. Nossas objetivas são críticas, irônicas, mas também são imparciais e potencializam friamente a imagem real dos candidatos sem a interferência do marketing político.

Por enquanto, a campanha de rua está assim, engessada, desanimada, falta empolgação, ânimo e fotos!

 

Eis aí as observações do atento repórter fotográfico Moacyr Lopes Junior. Para os candidatos a prefeito de São Paulo, #ficaadica.

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Haddad reforça “lulodependência” em site
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Fernando Rodrigues

Candidato do PT a prefeito de São Paulo lança a Lula.TV na web

O candidato do PT a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, acaba de lançar o site “pense novo”, sua principal ferramenta online até outubro. Um dos grandes destaques é a Lula.TV, um dos setores da página que tem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como grande estrela.

Na versão beta do site, Lula fala 15 segundos: “É uma alegria estar aqui com vocês começando essa arrancada para a eleição de Fernando Haddad, prefeito de São Paulo. Nos próximos dias, estarei aqui com vocês para discutir todo e qualquer assunto. Aliás, vocês decidem. Aguardem”.

A ideia da campanha de Haddad é que Lula grave um vídeo novo por dia, todos os dias, até a eleição. Ou seja, o objetivo é usar de maneira extensiva a imagem do ex-presidente na web, possibilitando a viralização das mensagens lulistas.

Haddad não vê problemas em reforçar assim essa “lulodependência” durante a campanha para prefeito de São Paulo. Na avaliação do comando haddadista e do próprio candidato, trata-se de um privilégio poder dispor de uma figura tão popular como Lula diariamente.

E o site? Tem uma cara moderna, carrega com rapidez. Mas ao escolher o fundo preto vai um pouco na contramão do que se sabe até hoje dos hábitos e gostos dos internautas. Depois que o Google criou o costume de telas minimalistas, com fundo branco, tudo que é colorido –ou, no caso, preto– acaba provocando algum estranhamento.

Além da Lula.TV, há vários canais no site de Haddad: tvH (vídeos do candidato), “o novo pelo mundo”, “FALA.SP”, “inspira.SP”, “velhos problemas”, “novas propostas” e “o homem novo”.

A proposta toda, como o Blog ouviu, é que não seja “um mero site”, mas sim “um TED – superplataforma interativa”. Eis a imagem da home page do site de Fernando Haddad:

 

Página inicial do site “pense novo”, de Fernando Haddad

 

Vamos ver se haverá mesmo interação. O que há por enquanto não tem nada de conexão real, mas apenas vídeos e temas que são apresentados verticalmente do candidato/apoiadores para seus potenciais eleitores.

Aliás, quando se trata de redes sociais Haddad tem presença incipiente. O perfil do petista no Twitter tem cerca de 4.500 seguidores. Os dos seus principais adversários estão bem à frente: José Serra (PSDB) https://twitter.com/oseserra_  passa de 1 milhão de seguidores no Twitter. Gabriel Chalita (PMDB) tem 146 mil. Celso Russomanno (PRB) tem 14,5 mil.

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Chalita parado confirma embate PSDB-PT
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Fernando Rodrigues

Além da alta de Fernando Haddad (PT), a maior notícia da pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (17.jun.2012) é que empacou (e até oscilou negativamente, dentro da margem de erro) a candidatura de Gabriel Chalita (PMDB) a prefeito de São Paulo.

A pesquisa Datafolha na cidade de São Paulo foi realizada nos dias 13 e 14 de junho. José Serra (PSDB) ficou com 30%, mesmo percentual que tinha na primeira semana de março. Aqui, todas as pesquisas disponíveis em disputas municipais pelo país.

O 2º colocado é Celso Russomanno (PRB), que oscilou de 19% em março para 21% agora. Russomano é uma personagem midiática. O seu percentual é em grande parte “recall” de suas participações passadas em eleições e em programas de TV. Em tese, a curva de intenções de voto do candidato do PRB poderá descrever uma descendente a partir de agora –como ocorreu na última eleição na qual ele foi candidato.

Em 2010, Russomano foi candidato a governador. Esteve em parte da campanha na redondeza dos 10% ou até um pouco acima. Na semana da eleição, segundo o Ibope, a taxa havia caído para 5% dos votos válidos. Nas urnas ele teve 5,42%.

Há também outro aspecto a ser considerado: o PRB tem apenas alguns segundos de tempo de rádio e de TV durante o horário eleitoral.Em eleições no Brasil, tempo de propaganda é quase sempre vital. Ou seja, são respeitáveis os 21% de Russomano, mas ele deve enfrentar dificuldades para manter essa taxa quando a campanha começar para valer.

Embolados em terceiro lugar, dentro da margem de erro, estão os seguintes candidatos:

 

Soninha Francine (PPS) – 8% (tinha 7% em março)

Fernando Haddad (PT) – 8% (tinha 3% em março)

Netinho de Paula (PC do B) – 7% (tinha 10% em março)

Gabriel Chalita (PMDB) – 6% (tinha 7% em março)

Paulinho da Força (PDT) – 5% (tinha 8% em março)

 

Que Fernando Haddad subiria nas pesquisas de opinião ninguém duvidava. Ele pertence ao partido hegemônico no plano federal e tem o apoio explícito do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. É normal portanto que Haddad tenha chegado aos atuais 8%.

Uma surpresa moderada fica por conta de Gabriel Chalita, do PMDB. Ele é filiado ao maior partido brasileiro, aparece bem na TV e teve ampla exposição nas propagandas da sua legenda neste semestre –mais do que Haddad, pois o PT perdeu muitos minutos na Justiça. Não obstante suas aparições, Chalita não saiu do lugar. Oscilou negativamente de 7% para 6%.

O que isso significa? Que possivelmente a campanha paulistana pode mesmo afunilar entre o tucano José Serra e o petista Fernando Haddad. Havia até agora uma dúvida sobre se Chalita poderia crescer e ofuscar Haddad. A pesquisa Datafolha mostra que esse cenário parece ser cada vez mais inviável.

Apoiadores de Soninha Francine (PPS), Netinho de Paula (PC do B) e Paulinho da Força (PDT) poderão indagar: por que está sendo dada como inevitável a polarização PSDB-PT.

É uma boa pergunta. De fato, não está gravado em pedra que só Serra e Haddad têm condições de ir ao segundo turno. Mas o fato é que eles são os candidatos que têm à disposição as maiores estruturas partidárias e o maior tempo no rádio e na TV.

Soninha, Netinho e Paulinho –assim como Chalita– podem surpreender, mas são claramente “zebras” a esta altura da disputa.

No caso de Chalita, a se confirmar a sua desidratação nas próximas pesquisas, será mais uma história de decepção no PMDB ao buscar se renovar. O partido que foi tão importante na reconstrução da democracia está em constante agonia na cidade de São Paulo. Se Chalita fracassar, esse cenário só tende a piorar –e será uma derrota pessoal do vice-presidente da República, Michel Temer, o grande patrocinador do “projeto Chalita”.

Netinho de Paula também é um caso à parte. O candidato do PC do B está sendo pressionado a desistir já para que sua legenda possa apoiar Fernando Haddad no primeiro turno. A pesquisa Datafolha reforça a posição dos integrantes do PC do B que pretendem empurrar Netinho para fora da disputa.

Tudo considerado:

1) José Serra (PSDB) parece ter chegado ao seu limite de pontuação (30%) nesta fase da campanha. Oscilações (positivas ou negativas) mais robustas para ele podem vir com a propaganda no rádio e na TV;

2) Fernando Haddad (PT) cumpre a profecia há muito anunciada de subir nas pesquisas.

3) Gabriel Chalita (PMDB) apareceu muito na TV, mas não saiu do lugar.

4) candidatos de partidos médios e pequenos (Soninha Francine, Netinho de Paula e Paulinho da Força) terão dificuldades daqui para frente para reagir. E Netinho será pressionado a desistir para que o PC do B possa apoiar Haddad.

5) Celso Russomano (PRB) vive do seu recall e tende a desidratar a partir da propaganda eleitoral.

 

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O PT “bateu cabeça” em SP, diz Kassab
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Fernando Rodrigues

Para prefeito, titubeio de Fernando Haddad abriu caminho para Serra

O prefeito Gilberto Kassab (PSD) tem feito longas análises sobre o cenário atual. A um interlocutor, fez uma síntese do que se passou até agora na disputa pela sua sucessão, sobretudo a respeito do namoro de várias semanas entre ele o PT para uma possível aliança em torno do petista Fernando Haddad:

“O prefeito de São Paulo vai até você e oferece apoio. Junto iriam a máquina da Prefeitura e 20 vereadores. Aí você vai até o Lula e ele diz para você fechar o acordo. Aí você vai até a presidente Dilma e ela diz para você fechar esse acordo. Mas você fica sonhando na esperança de unificar o PT inteiro. E o PT bateu cabeça. Enquanto isso, o outro lado teve tempo de se reorganizar. Eu acho que esse episódio foi a primeira grande derrota do Haddad para ele próprio. É óbvio que se o acordo tivesse sido fechado e formalizado com o PT eu não teria mais como apoiar o Serra. Aliás, se eu tivesse fechado o acordo com o PT, o Serra não sairia candidato. Mas não houve o acordo por causa da atitude titubeante do Fernando Haddad e de alguns gatos pingados do PT”.

Aos 51 anos de idade e visto em Brasília como um dos mais habilidosos operadores políticos do país, o prefeito de São Paulo nunca fala com ressentimentos ao analisar cenários políticos. Ele de fato queria ter fechado um acordo com o PT. Mas os petistas foram lentos na operação.

Kassab afirma a seus aliados que manteve um relacionamento franco e aberto, de alto nível, tanto com o ex-presidente Lula como com a presidente Dilma Rousseff e com o restante da cúpula do PT. E ressalta que seu partido, o PSD, ficará com petistas em muitas disputas municipais neste ano. Por fim, que se o acordo na cidade de São Paulo não saiu, a culpa não foi dele.

Para Kassab, agora haverá necessariamente uma polarização entre Serra e Haddad, PSDB e PT. E nada mais: “Todos os outros vão virar pó. Não tem jeito. Só se fala nessas duas candidaturas agora”.

Mas e o candidato a prefeito de São Paulo pelo PMDB, Gabriel Chalita, que tem muito tempo de TV por conta do tamanho de seu partido? E Kassab: “Vai ser só Serra e Haddad. O Serra, pela sua dimensão política, pelo que representa para a cidade. E o Haddad porque terá o apoio do ex-presidente Lula e da presidente Dilma. Não sobrará espaço para os demais”.

A partir de agora, os candidatos começam a caça por aliados com o objetivo de aumentar o tempo de TV e rádio durante o horário eleitoral. A tendência é o PT arrebanhar mais apoios e ter o maior espaço para fazer propaganda.

“Mas isso é irrelevante no caso do Serra e do Haddad. Nesse jogo de alianças, há muitas análises equivocadas. A disputa ficou e ficará polarizada. E no segundo turno os tempos são iguais para os dois candidatos”, pondera Kassab.

O futuro de Kassab
Afinal, o que pensa e o que deseja Kassab para seu futuro político?

O prefeito de São Paulo vislumbra 3 caminhos para si: ser governador paulista, vice-governador ou senador

Kassab, tem um plano bem delineado sobre quais são suas opções e a viabilidade de cada uma delas.

Engenheiro de formação e sistemático por vocação, ele começa o fluxograma com duas possibilidades: vitória ou derrota de José Serra (PSDB) na disputa para prefeito de São Paulo.

Na hipótese de derrota –na qual ele não acredita– ficará pavimentado o caminho para um eventual rompimento entre Serra e o atual governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Claro, porque Serra atribuirá o fracasso em parte à falta de apoio do partido. E Alckmin terá uma responsabilidade razoável no pagamento dessa fatura.

Em caso de derrota de Serra neste ano, Kassab passaria a ser candidato declarado a governador de São Paulo em 2014.

E Serra? Aí tudo dependeria da correlação de forças partidárias em 2014, da popularidade do governo Dilma, do estado da economia e da disposição de um grupo de oposição querer um candidato presidencial de fora do PSDB. Serra, é claro, seria um postulante ao Planalto –mas esse cenário tem tantas variáveis que projetá-lo hoje com precisão é impossível.

Já num cenário de vitória de Serra na disputa para prefeito de São Paulo o horizonte fica mais claro para Kassab. Ele fará o que melhor se adequar aos planos de seu principal benemérito e mentor na política. Os dois caminhos mais exequíveis são encaixar-se (bancado por Serra) como vice-governador de Geraldo Alckmin quando o tucano disputar a reeleição, em 2014, ou sair como candidato ao Senado.

Esse exercício de futurologia em política, como se sabe, é muito arriscado. Kassab tem ciência dessa dificuldade, mas os planos são esses mesmos.

O prefeito de São Paulo tem a vantagem de ter transitado em todo o espectro político e coletado pouquíssimos inimigos irreconciliáveis –exceto parte da cúpula do DEM, sigla que mais sofreu com a criação do PSD.

Quando esteve com o PT e com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Kassab sempre disse de maneira clara que teria de apoiar José Serra se o tucano se lançasse candidato a prefeito. Usou uma máxima de ouro na política: “Pactos claros, amizades longas”.

Lula e os petistas podem estar chateados que Kassab de fato cumpriu o que disse, assumindo de vez a sua encarnação serrista. Mas nenhum petista poderá acusar o prefeito de não ter avisado antes como procederia.

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